
O mundo ficou chocado com desastres naturais, furacões, tornados e tufões, de uma hora para outra a mídia passou a super valorizar o tema, bombardeando informações nas pessoas, as empresas ecologicamente corretas apareceram, anunciando seus produtos com “consciência ambiental” , como quem diz, compre isso e diminua sua culpa pelos problemas ambientais.
Não vou explicar os efeitos do aquecimento global ao planeta, isso quase todos já estão cansados de saber
O Filme documentário “Uma verdade inconveniente”, com seu blá-blá-blá teórico todo, deveria se chamar “Uma verdade aceitável”, pois esconde o que é realmente importante que tratarei a seguir, a ignorância conveniente.
As pessoas vivem suas vidas, sem se preocuparem com o futuro coletivo, mas somente com o próprio futuro.
Metas de vida como ser financeiramente rico, ter um carro na garagem, as vezes mais de um, ter um bom emprego com bom salário, vida perfeita não?
Esse ser sedentário e motorizado, precisa do emprego para ter o carro, e precisa do carro para ir trabalhar e do dinheiro para gastar, mas gastar o que? Gastar a natureza claro.
O planeta estava saudável antes das grandes civilizações , industrialização , e cidades crescendo como o big bang.
O homem se multiplica pelo planeta, gastando suas limitadas fontes de recursos naturais, sem nenhum controle,
comportamento lamentavelmente parecido com o dos vírus.
O modo de vida atual todos sabem como é, trabalhar, receber e gastar, lembrando que gastar de certa forma significa consumir, consumir algo que provavelmente foi fabricado a custa de recursos naturais sobrando apenas lixo para o meio ambiente, esse é um dos grandes males ao planeta. É mais conveniente aceitar a verdade de que o planeta esta doente e ponto final, do que mudar todos nossos hábitos , com o objetivo de curar a terra, e é aí que percebemos que o maior problema esta no consumismo de cada um.
Esse consumo irracional e sem ordem é a verdadeira ameaça ao planeta, e agravante para o aquecimento global, se não quisermos levar a civilização para um monte de lixo, respirar fumaça de carro e admirar plantas de plástico, devemos fazer muito mais do que simplesmente reciclar nosso lixo ou discutir exaustivamente o tema sem tomar atitudes e mudanças de habito, é preciso uma relação diferente do homem com o meio ambiente onde ele vive, destruir o próprio ambiente é o mesmo que destruir a própria casa.
Cabe a nós escolher de que lado iremos ficar, da vida confortavel que temos hoje a custo de uma natureza ameaçada e devastada, ou do lado da casa que temos, o planeta Terra.
A vida parece segura até que esteja perto de um abismo sem fundo, estamos quase chegando lá.
Quando a maior parte dos humanos sentirem na pele, e não apenas verem na tv ou na revista e que nossos costumes começarão a mudar afim de termos um futuro de boa relação com o meio ambiente onde vivemos, pois nós precisamos da natureza, mas ela não precisa nem um pouco de nós.
Hugo Andrade, esse é meu trabalho de escola sobre aquecimento global.
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